quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Quanto tempo permaneci neste estado de hibernação?
Não sei bem quando eu despertei,
Talvez ainda esteja dormindo.
Acordei faminta, voraz
E no desespero da busca
Sempre acabo por perder o apetite.
Eu vejo, eu ouço, mas nada faz sentido,
Como num sonho, como num pesadelo...
Olhe para mim...
O que sou hoje?
Um fragmento, frágil, pronto a ser...
O frio volta e a necessidade de novamente hibernar.
(Novembro/2004)

Um comentário:

Johnny Kagyn disse...

somos aquilo que acreditamos ser.
temos todo o tempo que acreitamos ter.
portanto tudo é questão de fé em si mesmo.