Algo dentro de mim se debate.
Como uma fera enjaulada tentando libertar-se.
Toda vez que meu coração dispara,
Toda vez que me falta o fôlego,
Eu imagino
É agora...
Mas minhas crenças, meus dogmas, meus preconceitos,
Prendem-me aqui.
Por que permaneço?
Porque sou observada exatamente como uma fera enjaulada.
Olho os rostos que me admiram e grito:
Vocês não me conhecem,
Não sabem quem eu sou,
Tão pouco o que sinto.
Quem sabe quem eu sou?
Quem sabe o que sinto?
Somente eu...
Quem tem coragem de fixar o olhar em meus olhos?
Todos fogem...
Como se eu pudesse sugar a energia vital que os mantém.
Todos fogem...
domingo, 30 de dezembro de 2007
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